Inbound e Outbound Marketing

O que é Inbound Marketing?

O que é Outbound Marketing?

Principais diferenças entre Inbound Marketing e Outbound Marketing?

Buscando responder estas perguntas, pude pesquisar na web e me trouxe alguns artigos muito interessantes que pretendo mixar e trazer as soluções destes conceitos:

Inbound Marketing: o foco está no poder da atração. Como ser encontrado pelos clientes de maneira menos “agressiva”.

Outbound Marketing: o foco está na prospecção de clientes. Usando inclusive técnicas intrusivas.

Vamos ao artigo:

 

O que é Inbound Marketing?

É o marketing com foco em fazer sua marca ser encontrada pelos clientes.

No marketing tradicional (Outbound Marketing) o foco das empresas é encontrar consumidores. Para isso, usam técnicas pouco direcionadas e que se intrometem na vida das pessoas: telemarketing, anúncios, propagandas na TV, spam, etc.

A tecnologia está fazendo esses meios perderem a eficácia e aumentou os custos. Bloqueadores de chamada para telemarketing, TiVo para as propagandas da TV, filtro de spam para e-mails indesejáveis e internet tirando a atenção dos impressos.

Ao invés de interromper as pessoas com esses métodos, o inbound marketing cria vídeos interessantes, blogs com textos relevantes e ao invés de telemarketing, disponibilizam várias formas de contato para as pessoas encontrarem a empresa.

 

Crédito da imagem: Marketing, not Advertising

 

Em vez de ficar martelando a sua mensagem repetidamente para uma multidão, o inbound marketing atrai clientes altamente qualificados para a empresa.

As campanhas de sucesso em Inbound Marketing possuem 3 componentes:

 

1) CONTEÚDO
É a informação ou ferramenta (relevante/interessante) que atrai os clientes em potencial.

 

2) OTIMIZAÇÃO PARA MECANISMOS DE BUSCA (SEO)
Facilita aos clientes em potencial encontrarem o seu conteúdo. É a prática de otimizar seu site e obter links para melhor se posicionar nos resultados das buscas, onde a maioria dos consumidores começam o processo de compra.

 

3) MÍDIAS SOCIAIS
Amplifica o impacto do seu conteúdo. Quando é distribuído e discutido em redes de relacionamentos, se torna mais autêntico.

 

Crédito da imagem: Marketing, not Advertising

 

Quais as vantagens do Inbound Marketing?

1) CUSTO MENOR
Outbound Marketing é baseado em gastar dinheiro: espaços publicitários maiores, listas de e-mails e participações em feiras de comércio.

Blog e twitter não custam nada. Ambos, se utilizados corretamente, podem atrair milhares de consumidores. O ROI (Retorno sobre Investimento) nas campanhas de inbound marketing é maior.

 

2) MELHOR SEGMENTAÇÃO
Telemarketing e envio de e-mail em massa são absurdamente mal segmentados. Você está atingindo indivíduos baseando-se em apenas 1 ou 3 itens de um banco de dados.

O inbound marketing atinge apenas as pessoas que se auto-qualificam para seu negócio. Elas demonstram interesse pelo seu conteúdo e depois, interesse pelo seu produto/serviço.

 

3) É UM INVESTIMENTO, NÃO UM GASTO
Quando você compra uma propaganda, há um valor e tempo de duração. Quando você investe em conteúdo de qualidade, seu site ficará no topo dos resultados de busca, até que apareça alguém capaz de te superar.

O Inbound Marketing dá Poder aos Consumidores e aos Empreendedores

Com essas ferramentas, a divulgação de qualquer negócio pode aumentar até o infinito. Se você tem um ótimo produto e habilidade para se comunicar de forma pessoal com seus consumidores, você pode superar até mesmo as milionárias campanhas publicitárias das grandes empresas.

Isso é excitante e poderoso para pequenas empresas.

 

EXTRA:

E-mail MKT
No caso das campanhas de e-mail, o cuidado maior é não sermos interpretados como Spam e aí, os dados levantados pela galera do Marketing Sherpa são concludentes:
50 % das empresas que utilizam “bases alugadas”  obtém um ROI de até 10% de incremento – Outbound Marketing
90% das empresas que utilizam sua própria base obtém um ROI acima de 45% – Inbound Marketing

 

Fontes: http://www.heat.com.br/blog/marketing-digital/inbound-marketing/  Por: Arian

http://nicholasgimenes.blogspot.com/2010/02/inbound-marketing-da-poder-aos.html

http://blog.hubspot.com/blog/tabid/6307/bid/4416/Inbound-Marketing-the-Next-Phase-of-Marketing-on-the-Web.aspx  Por: Rick Burnes

http://2getmarketing.com.br/%20/uncategorized/o-que-e-inbound-marketing/

http://engrenagensweb.com/2010/12/ppc-e-email-marketing-inbound-ou-outbound/

 

Deixem comentários sobre essa junção de artigos e apreciem suas versões originais nos links acima.

Abraço pessoal!

Como usar músicas como toque em seu iPhone

Considerando que vc já conectou  o iPhone no computador e está com o iTunes aberto, vamos começar!

Primeiro passo: vá até sua lista de músicas preferida
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Segundo passo: selecione a música desejada e comece a ouví-la
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Terceiro passo:clique com o botão direito na música e clique em “Obter Informações”
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  • Agora você terá que selecionar um trecho de até 40 segundos, dê “OK”. Esse trecho selecionado será transformado em um Toque personalizado.

Quarto passo:clique em “Criar Versão para AAC”
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  • Este procedimento irá criar um arquivo com o nome da música com extensão .m4a . Arraste para fora do iTurnes (pode ser para sua Área de Trabalho).

Quinto passo: agora você deverá renomear o arquivo de .m4a para .m4r

(.m4r é a extensão de ringtones do iTunes, caso seu Windows não mostre a extensão do arquivo, você deve desabilitar uma opção dentro de Painel de Controle / Opções de Pastas / Vizualizar / Mostrar extensão para tipos de arquivos conhecidos).


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  • Isso deve ser feito porque apenas músicas toques baixados da iTunes Store podem ser usados no iPhone, após renomear arraste novamente para a Biblioteca do iTunes.

Sexto e último passo: marque os toques desejados para serem sincronizados com o iPhone.
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Pronto, sincronize seu iPhone e agora escolha a música que converteu como seu toque preferido!

Referência: http://falasca.com.br/como-usar-musicas-como-toque-em-seu-iphone/

Panettone

O Natal já chegou – vide os shopping, lojas e avenidas enfeitadas (ainda em Novembro) – e sempre quando chega essa época sugem novidades criativas. Para desejar um feliz Natal, a gráfica Greenford, de Londres, desenvolveu um brinde de final de ano bastante sugestivo aos seus serviços: os Panettones.

São 5 cores pantone diferentes, que dá um toque diferenciado à esse símbolo natalino e que casa perfeitamente com o cliente. Ótima sugestão para presentear os Diretores de Arte :D Gostaram?

Fonte: http://comunicadores.info/2008/11/13/panettone/

Brinquedos bizarros produzidos no Japão

O Japão sempre foi um dos responsáveis em criar brinquedos totalmente cobiçados pela criançada e jovens aqui do ocidente. Efetivamente eles são mestres nisso, assim como seus cartoons. O fato agora, é a produção de brinquedos BIZARROS, como “um gato atropelado” ou “partes do corpo humano cobertos de sangue”.

A estratégia foi adotada para a época do Halloween, buscando os adultos como nicho de mercado.

Detalhe interessante é na embalagem uma ilustração de um menino, olhando para o “gato atropelado” e sorrindo. Como se fosse muito legal!!! (estranho né?)

Imagens obscuras de “zumbis nús” como pingente de celulares ou chaveiros.

De um “nenem que foi colocado no microondas”.

Mais um brinquedo grotesco de “uma mulher coberta de sangue”.

O próximo brinquedo consiste em desmembrar as partes do corpo humano, para aqueles fãs que queiram criar seus próprios zumbis – como Resident Evil por exemplo.

Referencia: http://www.weirdasianews.com/2009/10/31/creepy-crazy-strange-japanese-toys/

Estranho né galera?

Governo pretende liberar cópia de músicas e de livros

BRASÍLIA – Guardada a sete chaves, a nova lei de Direitos Autorais, redigida pelo Ministério da Cultura, vai autorizar, pelo menos, duas práticas usuais dos jovens brasileiros. Pretende permitir, por exemplo, que os interessados em realizar fotocópias de um livro o façam da publicação completa e não apenas de pequenos trechos, como é hoje. Também vai criar uma forma legal de autorizar a cópia de músicas para aparelhos de MP3, o que hoje é ilegal e considerado pirataria.

Em entrevista ao iG, o diretor de Direitos Intelectuais do Ministério da Cultura, Marcos Alves, antecipou que o texto vai buscar o equilíbrio entre a proteção aos titulares das obras e o direito do cidadão de ter acesso à cultura. “Temos uma lei muito restritiva hoje e precisamos mudar isso”, afirma. “Um universitário que quer copiar um livro acaba incorrendo em crime se xeroca a publicação inteira”, avalia. Pela proposta, será permitida a cópia de livros e a livre utilização, desde que essa cópia seja para fins educacionais, não para a utilização econômica.

“O mesmo vale para alguém que comprar um CD de algum artista e o copia para MP3. Mesmo se a pessoas pagou pelo produto, se copiar a música na íntegra é pirata”, completa. Em ambos os casos, a solução apontada pelo Ministério da Cultura é semelhante. A ideia é fazer um fundo de reserva de recursos alimentado com taxação dos produtos. Ou seja, um percentual pago à copiadora iria para um fundo destinado a reembolsar os autores e as editoras.

O mesmo argumento serve para quem abastece os aparelhos de MP3. “Esses aparelhos servem principalmente para quem baixa músicas. Então podemos pensar em cobrar uma taxa em cada venda que serviria para os direitos autorais dos artistas e gravadoras”, afirma. De acordo com ele, as duas medidas necessitam de regulamentação específica, mas não devem onerar a venda dos produtos de forma significativa.

Para a Maria Cristina Barbato, da Ordem dos Músicos do Brasil (OMB), a proposta é positiva. “É fato que o músico não pode mais perder como ocorre hoje cada vez mais”, afirma. A OMB representa, apenas no estado de São Paulo, 50 mil músicos. “Hoje não há controle algum e cada um faz o que quer.”

A nova lei de Direitos Autorais está sendo elaborada desde 2007 e, nas próximas semanas, deve entrar em consulta pública antes de ser encaminhado ao Congresso. Havia a expectativa de que o texto fosse apresentado durante o 3º Congresso de Direito de Autor e Interesse Público, que ocorreu esta semana em São Paulo. Mas o governo manteve o suspense. “Estamos com os pontos centrais já bem costurados e devemos divulgá-lo em breve”, garante Alves.

No encontro, apenas um item ficou claro a todos. O Estado quer voltar a interferir no processo e vai criar o Instituto Brasileiro de Direito Autoral, espécie de agência reguladora que teria o poder de fiscalizar, por exemplo, o Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad), que distribuiu, em 2008, R$ 270 milhões em direitos autorais.

Fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br/cultura/2009/11/12/governo+pretende+liberar+copia+de+musicas+e+de+livros+9072977.html Por: Erika Klingl, iG Brasília

Apagão: saiba o que fazer se você teve um eletrônico queimado

Se algum equipamento sofreu dano durante apagão que atingiu 12 Estados brasileiros, concessionária de energia elétrica é a responsável.

Na terça-feira (10/11), por volta das 22h, um apagão atingiu 12 Estados brasileiros e parte do Paraguai. Caso algum equipamento eletrônico tenha sido danificado pela instabilidade, o responsável pelo ressarcimento é a concessionária de energia elétrica.

De acordo com informações da Pro Teste (Associação Brasileira de Defesa do Consumidor), o usuário deve informar sobre o seu problema em até 90 dias após a data da ocorrência pelos canais de atendimento oferecidos pela concessionária.

A empresa precisará do nome do titular da fatura de energia e dados sobre o dia e horário do dano. Além disso, o consumidor terá que informar o modelo, marca do equipamento, número de série e ano de fabricação.

Fonte: http://idgnow.uol.com.br/computacao_pessoal/2009/11/11/apagao-saiba-o-que-fazer-se-voce-teve-um-eletronico-queimado/

Por Redação do IDG Now!

Publicada em 11 de novembro de 2009 às 10h31
Atualizada em 11 de novembro de 2009 às 10h42

Google e escritores esperam chegar a acordo em novembro

NOVA YORK, EUA — A gigante da internet Google e representantes dos escritores americanos deverão apresentar perante um juiz no dia 9 de novembro um acordo sobre a divulgação de milhões de livros on-line.

“Espero que apresentem um acordo alterado para sua aprovação preliminar”, disse em Nova York o juiz federal Denny Chin.

Um dos advogados que representam o sindicato dos escritores e a Associação de Editores americanos confirmou que o acordo está a caminho.

“As partes trabalharam diariamente, assiduamente”, disse Michael Boni. “Percorremos um longo caminho para identificar e negociar emendas ao acordo”.

Boni indicou que o objetivo de 9 de novembro para uma audiência preliminar sobre o acordo era realista e que “na melhor das hipóteses, esperamos uma audiência sobre um acordo final para o fim de dezembro ou início de janeiro”.

Daralyn Durie, que representa o Google, também acredita que o acordo está ao alcance da mão. “As partes esperam que possamos apresentar um acordo”, destacou.

O acordo tenta resolver questões legais, incluindo pontos relacionados ao sindicato de autores, a respeito do projeto do Google.

Uma versão anterior do acordo enfrentou a oposição do departamento de Justiça, que pediu a Chin que voltasse a reunir as partes na mesa de negociações.

O departamento de Justiça disse que o projeto de digitalizar livros “tem o potencial de devolver vida a milhões de obras que atualmente estão fora dos limites”, mas, em sua forma atual, ainda briga com questões importantes do direito autoral.

Fonte: AFP http://www.google.com/hostednews/afp/article/ALeqM5gQ_-psKiCNIuDUTynttI0hturrYA