Heavy metal para crianças

Os mais fanáticos costumam dizer que só o heavy metal salva. E já que ele é o caminho, por que não ensinar desde cedo? Para atrair o público infantil para o metal, ex-integrantes de bandas como Sonata Arctica e Stratovarius fundaram o Hevisaurus (veja o site). O grupo da gélida Finlândia, formado por cinco dinossauros – isso mesmo, dinossauros -, é quase uma versão headbanger do Barney (aquele dinossauro roxo que tem um programa infantil).

A intenção do Hevisaurus é exatamente fazer com que as crianças comecem a gosta de heavy metal desde cedo. A banda optou pelo estilo mais melódico do metal, mas não abriu mão das roupas de couro cheias de rebites.

O Hevisaurus já tem CD, videoclipe e shows marcados, mas como as músicas – que falam sobre histórias infantis populares – são em finlandês, dificilmente deve sair do país.

Fonte: http://br.noticias.yahoo.com/s/05042010/48/entretenimento-heavy-metal-criancas.html

Show do MATISYAHU no Via Funchal

Data: 11 de abril

Horário: 20h00

Setor                                 Preço (R$)
Pista                                  100,00
Mezanino                        140,00
Camarote                        180,00

Classificação etária : 12 anos
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O cantor de reggae Matthew Paul Miller, mais conhecido como Matisyahu, mistura a ortodoxia judaica com o reggae clássico. É a substituição de Jah por Moisés. Hip-hop e ska também fazem parte do singular repertório do músico norte-americano.
Desde que o videoclipe da música “King Without a Crown” começou a passar na MTV em 2004, o sucesso do músico não parou de crescer.
Combinar os sons de Bob Marley e Shlomo Carlebach, com toda a originalidade e interpretação de Matisyahu, é uma das facetas do talento nato para a música demonstrado pelo cantor. Mesmo a pessoa mais pessimista que esteja em um de seus shows, é inspirado pela sua habilidade de transmitir de forma honesta a sua mensagem, que fala sobre fé e espiritualidade. A sua dedicação é fazer com que sua mensagem ganhe respeito. É naquele momento efêmero, quando nosso ceticismo derrete e as nossas almas se elevam, que Matisyahu entra com seu crescente som da fé.
Seu mais recente disco de estúdio se chama Light e foi lançado em agosto de 2009. O destaque desse novo disco é a canção “One Day”, sucesso nas paradas mundiais, que recentemente ganhou uma nova versão, contando com a participação especial de Akon.

NOFX confirma turnê brasileira com quatro shows em março de 2010

NOFX: quatro shows no Brasil em março do ano que vem

Os veteranos do NOFX estão novamente a caminho do Brasil, depois de três anos de espera. Fat Mike e companhia fazem quatro shows em território nacional, na turnê sul-americana de divulgação do disco Coaster (2009) e do compacto Cokie The Clown, também lançado este ano.
A banda passa pelo Teatro Bourbon, em Porto Alegre, no dia 3 de março, antes de chegar em São Paulo para um show no Santana Hall (zona norte da cidade) no dia 4 do mesmo mês. Depois disso, a banda parte para Fortaleza, onde toca no Brasil Awake Festival no dia 6, de onde vai para Curitiba, com um show marcado no Master Hall no dia 7.
As datas encerram a turnê da banda pelo Cone Sul, que também passará pela Venezuela, Colômbia, Peru, Argentina e Chile em fevereiro com seus shows sempre explosivos e recheados de influências jamaicanas e do ska britânico.
Essa será a terceira passagem da banda pelo país. Eles tocaram no Brasil em 1997 e, dez anos depois, passaram por Rio de Janeiro, Curitiba, São Paulo e Porto Alegre.

Os veteranos do NOFX estão novamente a caminho do Brasil, depois de três anos de espera. Fat Mike e companhia fazem quatro shows em território nacional, na turnê sul-americana de divulgação do disco Coaster (2009) e do compacto Cokie The Clown, também lançado este ano. A banda passa pelo Teatro Bourbon, em Porto Alegre, no dia 3 de março, antes de chegar em São Paulo para um show no Santana Hall (zona norte da cidade) no dia 4 do mesmo mês. Depois disso, a banda parte para Fortaleza, onde toca no Brasil Awake Festival no dia 6, de onde vai para Curitiba, com um show marcado no Master Hall no dia 7. As datas encerram a turnê da banda pelo Cone Sul, que também passará pela Venezuela, Colômbia, Peru, Argentina e Chile em fevereiro com seus shows sempre explosivos e recheados de influências jamaicanas e do ska britânico.

Essa será a terceira passagem da banda pelo país. Eles tocaram no Brasil em 1997 e, dez anos depois, passaram por Rio de Janeiro, Curitiba, São Paulo e Porto Alegre.

Fonte: http://virgula.uol.com.br/ver/noticia/musica/2009/12/08/231728-nofx-confirma-turne-brasileira-com-quatro-shows-em-marco

NUMBERS RADIO

Já era hora de aparecer banda nova com qualidade. NUMBERS RADIO chegou para arrepiar os skatistas da nova e da velha geração.

Som puro! Power trio de primeiríssima qualidade. Confiram os sons no myspace da banda:

http://www.myspace.com/numbersradio

Abaixo vídeos:

COME ON

SKATE VIDEO

Se você é OLD SCHOOL e curte rock, punk rock, hard core, ska, ska core, reggae e seus derivados, deixe um comentário. Aproveite para arregaçar essa “ondinha” e essa “modinha” de hoje em dia!

 

AC/DC levanta São Paulo com rock básico e direto

SÃO PAULO – Uma locomotiva de seis toneladas com as inscrições “666” na extremidade dianteira e “AC/DC” na traseira e com um maquinista demoníaco no comando pôs abaixo o Estádio do Morumbi na noite desta sexta-feira, 27. Não há informações sobre vítimas, mas a locomotiva ficou atravessada no local durante quase duas horas. Para quem não estava no Morumbi, pode parecer que São Paulo presenciou mais um daqueles acidentes que são rotineiros em muitas das metrópoles do globo. Para os cerca de 70 mil felizardos presentes no estádio, a entrada da locomotiva no palco nada mais era do que a conclusão do vídeo de abertura do show de rock mais badalado de 2009, realizado por uma das maiores bandas da história, os australianos do AC/DC.

De volta a São Paulo depois de 13 anos com os irmãos Angus e Malcolm Young nas guitarras, Brian Johnson nos vocais, Cliff Williams no baixo e Phil Rudd na bateria, a banda subiu ao palco com “Rock and Roll Train”, lançada como música de trabalho do álbum “Black Ice”, ateando fogo em uma noite já abafada na capital paulista.

Ao contrário do que previam os meteorologistas, não desabou o temporal prometido e o público, bastante receptivo ao rock básico e direto do AC/DC desde os primeiros acordes, ficou ainda mais sob domínio quando os australianos tocaram logo a seguir as clássicas “Hell Ain”t A Bad Place To Be” e “Back In Black”, faixa do disco homônimo que é o segundo mais vendido em toda a história, perdendo apenas para “Thriller”, de Michael Jackson.

Emendando músicas novas com sucessos do passado, o AC/DC brindou o público com “Big Jack”, “Dirty Deeds Done Dirt Cheap” e “Shot Down in Flames” antes de entrar com a marcante “Thunderstruck”, do álbum “The Razor”s Edge”. Em alguns momentos, a voz rasgada de Brian Johnson dava alguns sinais de desgaste, mas nada que comprometesse a atuação deste cantor de 62 anos de idade. No telão, destaque para o momento no qual Angus Young caminha sobre o piso transparente do palco acompanhado por uma câmera que o filma de baixo, emulando uma sequência do videoclipe de “Thunderstruck”, bastante conhecido da primeira geração MTV.

A música que dá título ao álbum e à turnê, “Black Ice”, antecedeu o blues sacana “The Jack”, freando providencialmente essa locomotiva roqueira chamada AC/DC para o sempre presente strip-tease de Angus Young, encerrado quando ele mostrou sua cueca samba-canção com o logotipo da banda estampado. Mas a redução de velocidade não duraria muito tempo. Aproveitando-se de uma extensão do palco, numa altura baixa em comparação com os de outros shows de mesmo porte, um sino gigante desceu do alto do cenário e Brian Johnson, correndo, lançou-se sobre uma corda para dar as badaladas iniciais da sombria “Hells Bells”, também do álbum “Black in Black”.

O show retomou aceleração desenfreada com as poderosas “Shoot to Thrill”, a nova “War Machine” e “Dog Eat Dog”. Ao contrário do que aconteceu na maior parte dos shows da turnê mais vista no mundo em 2009, o AC/DC deixou de tocar “Anything Goes”, do novo álbum, e passou direto para uma incendiária sequência de suas músicas mais festejadas.

O público foi definitivamente ao delírio – e assim permaneceria até o fim – com “You Shook Me All Night Long”, “T.N.T.”, “Whole Lotta Rosie” e “Let There Be Rock”. Na primeira destas quatro músicas, a felicidade reinou no Morumbi, com todos os presentes pulando e cantando como se fossem crianças perto de seu maior ídolo. Em “T.N.T”, a locomotiva no fundo do palco começou com novos efeitos especiais, soltando labaredas de fogo pela sua parte lateral. Em “Whole Lotta Rosie”, uma imensa boneca de borracha com feições literalmente lascivas cavalgava a mesma locomotiva de seis toneladas.

“Let There Be Rock” encerrou a primeira parte da apresentação com direito a um extenso solo de Angus Young, deixando a impressão de que, enquanto o resto da banda precisava tomar fôlego, o guitarrista seguia inabalável e em alta voltagem. Foi, sem dúvida, o momento de maior catarse do show, com direito a uma plataforma localizada no meio do gramado do Morumbi que elevou o guitarrista alguns metros acima da extensão do palco, apenas confirmando sua condição de maior figura da banda. O final da canção foi marcado por uma grande chuva de papel picado que praticamente fez Angus Young sumir por alguns segundos.

Depois de uma breve pausa para descanso, o AC/DC abriu o bis com “Highway to Hell”, provocando reação do público semelhante ao que se tinha visto na execução de “Black in Black”. Se havia algum mortal no estádio com sintomas de cansaço, a reação a mais este grande clássico do rock foi imediata e unânime.

O AC/DC encerrou o show, como sempre, com “For Those About to Rock (We Salute You)”, com sua tradicional salva de tiros de canhões. A banda agradeceu, retirou-se do palco e uma queima de fogos ainda reteve a atenção do público por alguns minutos antes de a multidão começar a se dispersar com a sensação de ter assistido ao show de uma das maiores bandas de rock da história.

Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/geral,acdc-levanta-sao-paulo-com-rock-basico-e-direto,473544,0.htm

Governo pretende liberar cópia de músicas e de livros

BRASÍLIA – Guardada a sete chaves, a nova lei de Direitos Autorais, redigida pelo Ministério da Cultura, vai autorizar, pelo menos, duas práticas usuais dos jovens brasileiros. Pretende permitir, por exemplo, que os interessados em realizar fotocópias de um livro o façam da publicação completa e não apenas de pequenos trechos, como é hoje. Também vai criar uma forma legal de autorizar a cópia de músicas para aparelhos de MP3, o que hoje é ilegal e considerado pirataria.

Em entrevista ao iG, o diretor de Direitos Intelectuais do Ministério da Cultura, Marcos Alves, antecipou que o texto vai buscar o equilíbrio entre a proteção aos titulares das obras e o direito do cidadão de ter acesso à cultura. “Temos uma lei muito restritiva hoje e precisamos mudar isso”, afirma. “Um universitário que quer copiar um livro acaba incorrendo em crime se xeroca a publicação inteira”, avalia. Pela proposta, será permitida a cópia de livros e a livre utilização, desde que essa cópia seja para fins educacionais, não para a utilização econômica.

“O mesmo vale para alguém que comprar um CD de algum artista e o copia para MP3. Mesmo se a pessoas pagou pelo produto, se copiar a música na íntegra é pirata”, completa. Em ambos os casos, a solução apontada pelo Ministério da Cultura é semelhante. A ideia é fazer um fundo de reserva de recursos alimentado com taxação dos produtos. Ou seja, um percentual pago à copiadora iria para um fundo destinado a reembolsar os autores e as editoras.

O mesmo argumento serve para quem abastece os aparelhos de MP3. “Esses aparelhos servem principalmente para quem baixa músicas. Então podemos pensar em cobrar uma taxa em cada venda que serviria para os direitos autorais dos artistas e gravadoras”, afirma. De acordo com ele, as duas medidas necessitam de regulamentação específica, mas não devem onerar a venda dos produtos de forma significativa.

Para a Maria Cristina Barbato, da Ordem dos Músicos do Brasil (OMB), a proposta é positiva. “É fato que o músico não pode mais perder como ocorre hoje cada vez mais”, afirma. A OMB representa, apenas no estado de São Paulo, 50 mil músicos. “Hoje não há controle algum e cada um faz o que quer.”

A nova lei de Direitos Autorais está sendo elaborada desde 2007 e, nas próximas semanas, deve entrar em consulta pública antes de ser encaminhado ao Congresso. Havia a expectativa de que o texto fosse apresentado durante o 3º Congresso de Direito de Autor e Interesse Público, que ocorreu esta semana em São Paulo. Mas o governo manteve o suspense. “Estamos com os pontos centrais já bem costurados e devemos divulgá-lo em breve”, garante Alves.

No encontro, apenas um item ficou claro a todos. O Estado quer voltar a interferir no processo e vai criar o Instituto Brasileiro de Direito Autoral, espécie de agência reguladora que teria o poder de fiscalizar, por exemplo, o Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad), que distribuiu, em 2008, R$ 270 milhões em direitos autorais.

Fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br/cultura/2009/11/12/governo+pretende+liberar+copia+de+musicas+e+de+livros+9072977.html Por: Erika Klingl, iG Brasília

Venda de ingressos para show do AC/DC começa com problemas

O vocalista do AC/DC, Brian Johnson, durante show da banda em Illinois (EUA)

O vocalista do AC/DC, Brian Johnson, durante show da banda em Illinois (EUA)

Começou com problemas nesta quinta-feira (1º) a venda de ingressos para o show do AC/DC em São Paulo, que ocorrerá no dia 27 de novembro no Estádio do Morumbi. Quem tentou comprar ingressos nos pontos de venda teve que enfrentar filas e o site da Ticketmaster, responsável pelos ingressos online, esteve instável durante o dia, ficando fora do ar em momentos.

Segundo a assessoria da produtora Time 4 Fun, responsável pela vinda do AC/DC ao Brasil, o site da Ticketmaster apresentou lentidão nas primeiras horas da madrugada por excesso de acessos simultâneos, mas não foram observadas quedas no servidor.

Para quem tiver dificuldades para comprar os ingressos online, a Time 4 Fun recomenda outros canais, como as bilheterias do Credicard Hall e as vendas por telefone, que segundo a produtora, não apresentou congestionamento durante o dia. Ainda há ingressos disponíveis para todos os setores.

A vinda do AC/DC ao Brasil tem gerado polêmica desde o dia 17 de setembro, quando a data brasileira da turnê “Black Ice” desapareceu do site oficial da banda.

Depois, no dia 29, após boatos sobre a saúde do vocalista Brian Johnson assustarem novamente os fãs brasileiros, a banda confirmou que adiaria seis shows da turnê, mas manteve intacto o show no país.

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AC/DC – BLACK ICE WORLD TOUR EM SÃO PAULO

Quando: 27/11 (sexta-feira), a partir das 21h30
Onde:
Estádio do Morumbi – Praça Roberto Gomes Pedrosa, nº , Morumbi
Quanto: De R$ 150 a R$ 300.
Informações: www.showacdc.com.br
Venda de ingressos: Bilheterias do Credicard Hall – Avenida das Nações Unidas, 17981 (ponto de venda oficial). Ou nos pontos de venda Ticketmaster
Venda online: www.ticketmaster.com.br
Venda por telefone: 4004-2060

No ar o Myspace da banda LE FUNK

Já esta disponível o myspace da banda LE FUNK.

Pude utilizar elementos clássicos como os tijolos, globo e fotos em sépia, retratando bem a proposta do grupo. Além disso, uma idéia mais selvagem quando utilizado a acorrente e a placa letreiro. Este contraste é o que dá o toque misterioso da banda.

Os sons também estão disponíveis para download.

Myspace Le Funk

Myspace Le Funk

Acessem: http://www.myspace.com/bandalefunk

(devido a atualização do Myspace sem aviso a seus usuários, os códigos CSS foram removidos. Sendo assim, este layout já não esta acessível no link acima).